ALEX BRAGA

MARCELO MONTEIRO

Alex Braga é um carioca de 47 anos, contador,  empresário, fundador e diretor do grupo empresarial Conect Rio,  iniciou o hábito de colecionar objetos inspirado em seu avô, que tinha uma pequena coleção de moedas e notas.   

 

Na copa de 1978, aos sete anos, o futebol se revelou como o tema mais atraente e sua primeira coleção do gênero foi a das tampinhas de refrigerantes Coca cola, chamada de Tecobol, dentro das tampinhas vinham impressas  as fotos coloridas dos jogadores. Em seguida, ainda na mesma Copa, vieram os álbuns, teve o primeiro contato  com as mesmas quando recebeu amostras grátis na escola dadas por sua professora.

 

Por não haver internet, as trocas só eram feitas pessoalmente, ajudando assim na interação e formação de novas amizades.   

 

De lá para cá, uma simples coleção de figurinhas se transformou , em  uma grande paixão, que veio a materializar-se em valioso acervo com  interessante diversidade de itens, inclusive de relevância histórica, como a  placa entregue aos convidados da tribuna de honra na inauguração do Maracanã, em 1950, esta peça foi esculpida por um artificie em um pedaço de madeira que fez parte da construção do estádio, há também o passaporte do grande zagueiro Domingos da Guia usado na Copa de 1938, a camisa autografada pelo Pelé em 1971, último ano que atuou pela Seleção Brasileira, a fatídica súmula da final de 1998 contra a França, entre tantos outros itens raros e que carregam em si o sentimento de preservação da história do nosso futebol.  

 

Após 40 anos, o hábito permanece vivo e com o mesmo encanto, na busca incessante pela peça rara ou a última figurinha que complete um álbum.

Marcelo Monteiro é carioca e jornalista. Desde pequeno, sempre se interessou muito por esportes, especialmente pelo futebol. Na hora do recreio na escola e nas férias, jogar bola era o seu passatempo predileto.   

Sempre gostou de guardar itens ligados ao futebol. Quando criança, colecionava chaveiros. Os de temas esportivos eram os seus prediletos.  Particularmente, os de Copa do Mundo. E também não deixava de fazer os álbuns de figurinhas. O da Copa de 82 foi o mais marcante na infância. 

 

A partir de 2000, já como jornalista esportivo, passou a formar uma coleção de peças históricas, baseada especialmente nas Copas do Mundo. Desde a primeira, realizada no Uruguai, em 1930, até a Copa de 2014.   

 

Atualmente, possui um acervo formado por centenas de itens, que já foram cedidos para várias exposições no Brasil (camisas, medalhas, ingressos, flâmulas, bolas, fotografias, revistas, autógrafos), que traçam um amplo panorama dos mais de 80 anos de história dos Mundiais de futebol.

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